marcelo_rebelo_de_sousa

A seguir a Sócrates, Celo de Sousa é o político de expressão nacional que mais abomino no rincão. Ou seja, o que julgo pior fazer ao país. Sim, pior do que os corruptores siameses Campelo/Portas, ou o insuportável Louçã, o stôr Nogueira ou o “florentino” (as known as filhodamãe) Augusto Santos Silva. Ainda assim surpreende-me a baixaria (e é difícil que um PR que muda em cuecas em público possa baixar mais baixo) a que ascendeu esta semana passada. A minha atenção para o facto é convocada por um comentário aqui no DO. Na mesma semana em que, em verdadeiro delírio popularucho, telefona em directo para a estreia de um programa de entretenimento televisivo – certo, a apresentadora é uma balzaquiana interessante, mas menos apetecível do que a do concorrente “Praça da Alegria”, já que o assunto é convocável -, os serviços de Celo de Sousa esqueceram o falecimento de Joaquim Bastinhas, figura relevante da cultura nacional. Googlei e confirmei. Bastinhas, exímio cavaleiro, e genro do incontornável Comendador Nabeiro (que tive a honra de conhecer em Maputo, quando integrou uma comitiva de um predecessor de Sousa), era uma figura popular e expoente de uma prática cultural tradicional portuguesa. Se fosse um futeboleiro Sousa iria abraçar a sua prole.

Mas o BE resmunga? O PAN protesta? Celo cala-se. E telefona à “Cristina”. O povo, em especial os seniores, demente ou proto-demente, rejubila. Os outros? Já lá não estão.

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