kapus

Só agora vejo notícia, velha de meses, da realização um filme de animação, já apresentado em Cannes, sobre o livro que Kapuscinski escreveu com base nas suas reportagens na independência de Angola. O homem é um ícone do jornalismo, do grande repórter, “escreve bem” mas não me anima. Ainda assim este “Mais Um Dia de Vida” é muito interessante para olharmos esse período (e o olhar militante) – e é bem melhor do que o célebre “Ébano” (The Shadow of the Sun), que lembro carregadinho de lugares comuns.

Não sei se a edição portuguesa, tardia (2013), traz o posfácio de cerca de 2000 que o meu exemplar inglês traz. O qual mostra bem que o viés ficou empedernido, o autor vive com um torcicolo estrutural. Mas enfim o livro é interessante e o filme, animação ainda por cima, é para ser visto. O autor? Um dia meti-me a fazer uma recensão in-blog sobre este livro. Acabei-a assim: “Kapucinski é zarolho? É! Mas um belíssimo zarolho …”

(Deixo ligação para esse meu texto sobre esse “Mais Um Dia de Vida”, a reportagem dos dias da independência angolana).

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