alva

(Postal para o És a Nossa Fé)

e por esse talvez aqui vai: depois de tudo o que aconteceu neste 2018 vieram as maiores eleições de sempre. Com os candidatos em concorrência nada abrasiva. O novo presidente com uma votação similar àquela que nas legislativas nacionais dão maioria absoluta. O segundo mais votado também nessa situação, se o Sporting seguisse a regra “uma pessoa um voto”. Mas logo ambos ombreando, em prol do clube. Em tudo isto nem um grito, nem um encontrão, nem uma ameaça. Se dúvidas houvesse quanto à legitimidade moral (ou de política associativa) de todo este processo, que da jurídica já nem falo, terminaram por completo. O antes é definitivamente passado, e todos isso saúdam com alívio. E com alguma esperança, talvez não tão apaixonada e cantada como o era, mas serena, como, de facto, o deve ser. Neste alívio é notório o já silêncio sobre o passado, feito assim inominável, o evitamento do termo “Bruno”. Acabou! Mas agora lembro o quanto apoiei, me entusiasmei, escrevi pelo “Bruno”. E o quanto me desiludi, e clamei contra. Pois borregaste, e muito. Nisso foste sendo desgostado por quase todos e, decerto, afastando os que ainda te rodeavam – como até aquela qual bruxa que desencantaste sabe-se lá onde.

As notícias que sobre ti agora leio, não sei se verídicas, são más. Mas não as inesperei. Há 4 meses botei, para os que te ainda circundavam, pois inanes: Deixem, por favor, e falo sentidamente, apenas alguém para o acompanhar a casa. Ao hamletiano presidente, não vá ele desgraçar-se. Protejam-no, agora, dele próprio. Dado que antes, neste entretanto, não o souberam fazer.

Poucos, se alguns, serão os que ainda deixas próximos. Pois é notório que, entre ti, qualquer coisa se torceu. Ou mesmo quebrou. Foste um filhodamãe? Foste. És mesmo um filhodamãe? Se calhar, e deves ser mesmo, mas não seja por isso, qu’isto está cheio de filhosdamãe, só que mais fortes, menos histriónicos, daqueles que nunca quebram e nos torcem a nós. Irritou-me muita coisa que te vi fazer e dizer. Mas é passado.

Agora? Expuseste a tua família, sem tino, as três filhas, miúdas. E quem encantou e mobilizou 90% do “universo Sporting” com certeza que tem o talento para as encantar, para continuar a encantá-las. Elas que são três campeonatos do mundo. Os que realmente valem. Ganha-os.

O resto? O resto passa, um gajo destorce-se. Ou cola os bocados. E, de facto, verdade verdadinha, é tudo só bola. Correr atrás de canecos. E, como se deve dizer, que se foda a taça!

Enfim, ânimo. Avante, para os teus outros caminhos. E sem merdas.

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