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O Estado promove campanhas, de diverso teor, algumas mais polémicas outras nem tanto. Algumas brilhantes, outras nem tanto – mas nem todos são O’Neill. Vem isto a propósito de uma dúvida que me vem ocorrendo, aqui acampado algo longe do El Corte Inglés. Há quanto tempo não é feita uma campanha avessa ao escarro, a sonora e rejubilante convocatória do muco mais profundo, a sua convicta expulsão – tipo “é um direito adquirido”, “a terra a quem a escarra”. Três anos de Lisboa Oriental mostram-me isto: cada vez há mais gente a escarrar. É … viscoso.

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