bulgaria-sofia-sculpture-park-of-socialist-art-giant-red-star-formerly-J2CPPX

(Sofia, Bulgária, monumento antes colocado na sede do partido comunista)

selo polaco

(Selo polaco)

 

checos

(Condecoração ordem Estrela Vermelha, Checoslováquia)

 

urss

(Emblema do Exército Vermelho, URSS)

 

hun

(Condecoração húngara)

yugoslavia048

(Condecoração jugoslava)

china

(China)

cuba

(Cuba)

vietname

(Vietname)

Poderia continuar no google a sacar imagens do ícone comunista “estrela vermelha”, há uma infinidade. Mas não é preciso. Ontem, em conversa apolítica, aludi a um pequeno exemplo em que surgia um monumento com a estrela vermelha. Na pequena vila Mopeia, na Zambézia, terra plana, uma das vezes que por lá passei, o único sítio onde havia rede para telemóveis era em torno do monumento com a “estrela vermelha”, edificação recorrente do tempo revolucionário.

MopeiaMonumento

(Mopeia, Moçambique, 2008)

Dizia eu, risonho, a interessante (paradoxal, se muito se quiser) confluência desta febre de consumo de “celular” à volta do símbolo comunista. De imediato, ainda eu falava, uma senhora moçambicana, sentada atrás de mim me disse, professoral, ciosa e até ríspida: “o monumento não era comunista!”. Eu, virei-me e sorri, e até perguntei, delicado, “ah sim? e era a quê?“.

E a gente tem que ter paciência. Porque senão o mal está em nós. Ou, como dizem os mais abjectos dos imbecis, somos ressentidos. E se um tipo diz que o negacionismo é imoral, intelectualmente desonesto, e recorda derivas democráticas da sua ilegalização, é dito maluquinho. Assim tudo vai bem, e um tipo tem que levar com as piadinhas alheias. De quem acha natural, honesto e até consequente intelectualmente este tipo de … nada.

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